Programa de Psicoterapia Breve completa 20 anos de serviços à comunidade

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Alunos e professor Hélio Alves ressaltam importância do aprendizado

Com o objetivo de auxiliar pessoas que estão vivenciando situações de crise, o Programa de Psicoterapia Breve, do curso de Psicologia, completa 20 anos de serviços à comunidade. Neste período, mais de 2 mil pessoas foram atendidas. O plantão psicológico teve início no Centro Comunitária da Igreja São Judas Tadeu, no bairro do Marapé, e na Igreja de Nossa Senhora Aparecida, no bairro Aparecida. O crescimento foi inevitável, atingindo outras paroquias em Santos e outras cidades da Região Metropolitana da Baixada Santista. Sua importância ganhou visibilidade quando, em 2000, foi classificado entre os dez melhores projetos do País, durante evento realizado pelo Conselho Nacional de Psicologia, e, em 2013, foi finalista do Prêmio Comunidade em Ação, promovido pelo Jornal A Tribuna e Ultracargo.

 

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Futuros psicólogos destacam o contato com a comunidade

Sob a supervisão do professor doutor Hélio Alves, idealizador do projeto, os alunos do 4º e 5º ano do curso de Psicologia realizam o acompanhamento psicológico voltado a crianças, a partir dos 7 anos de idade, jovens e adultos em paróquias de Santos, São Vicente, Praia Grande, Cubatão, Guarujá e Mongaguá. “O programa é importante, pois os alunos, ao irem a campo, colocam em prática tudo o que aprenderam na teoria. Ao atender o paciente, percebem todo o aprendizado teórico”, destaca o professor.

 

A aluna Helena Santana Caires, do 10º semestre, decidiu participar do programa porque acredita que essa orientação de estágio, além de ser uma prática profissional, amplia seus conhecimentos na área da Psicoterapia Breve. Para ela, o que torna o estágio mais enriquecedor é o fato de ser aplicado na comunidade, o que permite ao aluno estar próximo da realidade do paciente. A futura psicóloga explica que, durante o atendimento, utiliza abordagem psicanalítica, especificamente a modalidade Psicoterapia Breve Operacional, que tem o objetivo de detectar os conflitos que levam o paciente a crise adaptativa, além de propiciar soluções mais adequadas e que transformem esse momento de crise em crescimento e amadurecimento emocional.

 

No programa desde o início do ano, Tamirys Oliveira de Mattos, do 8º semestre, diz que decisão de participar veio da vontade em atuar na área da psicologia clínica, sendo que viu no programa uma possibilidade de visualizar o que é trabalhar individualmente com o paciente aplicando teoria na pratica, além de contribuir para a comunidade local. Ela explica que o programa permite colocar em prática conteúdos trabalhados em aula e proporciona constantes reflexões quanto ao papel do psicólogo, o qual, segundo ela, é poderoso e capaz de gerar grandes mudanças em toda comunidade.

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