EDUCAÇÃO – Pesquisadora é uma das autoras da obra “Cartas a Paulo Freire: escritas por quem ousa esperançar”

Doutora em Educação e pós doutora em Pedagogia, a professora Maria Amélia Santoro Franco é uma das autoras da obra “Cartas a Paulo Freire: escritas por quem ousa esperançar”, lançada pela editora universitária da Universidade Estadual da Paraíba, em homenagem ao centenário de nascimento do educador, escritor e filósofo Paulo Freire. São 70 cartas escritas por professores de todos os estados e regiões do país, que integram o primeiro volume de uma trilogia.

 

“Educação e Liberdade” é o título do artigo da professora Maria Amélia, que lembra do seu último encontro com o educador, em 10 de abril de 1997, poucos dias antes de sua morte. A partir do diálogo com Paulo Freire, ela conta ao patrono da educação brasileira como está o cenário atual da educação e lembra que as suas aflições sobre os impactos da globalização se confirmaram e que o tecnicismo tem levado à falta do humanismo necessário para educar. Ela diz ao próprio autor que é na esperança que sua obra pedagógica provoca que está o caminho para mudanças.

 

Profa. Maria Amélia

Docente do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação, a professora Maria Amélia Franco coordena o grupo de pesquisa “Pedagogia Crítica: práticas e formação” e é vice coordenadora da Cátedra Paulo Freire da UNISANTOS.

 

ORGANIZAÇÃO – O livro é coordenado pelo professor Cidoval Morais de Sousa, diretor da editora, e tem como editores os professores Antônio Roberto Faustino, Fabíola Mônica da Silva Gonçalves, Ivonildes da Silva Fonseca, José Cristóvão Andrade, José Luciano Albino Barbosa, Waldeci Ferreira Chagas, e as professoras Lidiane Rodrigues Silva, Patrícia Cristina de Aragão, da Universidade Estadual da Paraíba.

 

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